terça-feira, 8 de agosto de 2017

Escritor/personalidade do mês de agosto de 2017



Albert Camus


Albert Camus (Mondovi7 de novembro de 1913 — Villeblevin4 de janeiro de 1960) foi um escritorromancistaensaístadramaturgo e filósofo francês nascido na Argélia.
 Foi também jornalista militante engajado na Resistência Francesa e nas discussões morais do pós-guerra. Na sua terra natal viveu sob o signo da guerrafome e miséria, elementos que, aliados ao sol, formam alguns dos pilares que orientaram o desenvolvimento do pensamento do escritor.

Camus foi agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura de 1957 "por sua importante produção literária, que, com seriedade lúcida ilumina os problemas da consciência humana em nossos tempos".

Biografia

Albert Camus nasceu na costa da Argélia numa localidade chamada Mondovi (hoje denominada Dréan) durante a ocupação francesa numa família "pied-noir. Seu pai, Lucien Auguste Camus (1885-1914), era francês nascido na Argélia e sua mãe, Catherine Hélène Sintès (1882-1960), também nascida na Argélia era de origem minorquina. Camus conhece cedo o gosto amargo da morte, seu pai morreu em 1914, na batalha do Marne durante Primeira Guerra Mundial. Sua mãe então foi obrigada a mudar-se para Argel, para a casa de sua avó materna, no famoso bairro operário de Belcourt onde, anos mais tarde, durante a guerra de descolonização da Argélia houve um massacre de muçulmanos.
O período de sua infância, apesar de extremamente pobre é marcada por uma felicidade ligada à natureza, que ele volta a narrar em O Avesso e o Direito, mas também em toda a sua obra. Na casa, moravam além do próprio Camus, seu irmão que era um pouco mais velho, sua mãe, sua avó e um tio um pouco surdo, que era tanoeiro, profissão que Camus teria seguido se não fosse pelo apoio de um professor da escola primária Louis Germain, que viu naquele pequeno pied-noir um futuro promissor. A princípio, sua família não via com bons olhos o fato de Albert Camus seguir para a escola secundária, sendo pobre, e o próprio Camus diz que tomar essa decisão foi difícil para ele, pois sabia que a família precisava da renda do seu trabalho e, portanto, ele deveria ter uma profissão que logo trouxesse frutos - como a profissão do seu tio. No fundo, Camus também gostava do ambiente da oficina onde o tio trabalhava. Há um conto escrito por ele que tem como cenário a oficina, e no qual a camaradagem entre os trabalhadores é exaltada.
Sua mãe trabalhava lavando roupa para fora, a fim de ajudar no sustento da casa. Durante o segundo grau, ele quase abandonou os estudos devido aos problemas financeiros da família. Foi neste ponto que um outro professor foi fundamental para que o ganhador do prêmio Nobel de 1957 seguisse estudando e se graduasse em filosofia: Jean Grenier. Tanto Grenier quanto o velho mestre Guerin serão lembrados, posteriormente, pelo escritor. O Homem Revoltado (1951) é dedicado a Grenier, e Discursos da Suécia (que inclui o discurso pronunciado por Camus, ao receber o Nobel) a Germain.
Sua dissertação de mestrado foi sobre neoplatonismo e sua tese de doutoramento, assim como a de Hannah Arendt, foi sobre Santo Agostinho.
Em 1938, Camus ajudou a fundar o jornal Alger Républicain e durante a Segunda Guerra Mundial até 1947, colaborava com o jornal Combat, além de ter colaborado no jornal Paris-Soir.

Bibliografia


·         A Metáfora do Sol , por Dimas Macedo
·         Albert Camus - A Libertinagem do Sol (2002), por Horacio González
·         Albert Camus - Um Elogio do Ensaio (1998), por Manuel da Costa Pinto
·         Camus (1959), por Germaine Brée
·         Camus (1966), por Adele King
·         Camus's "L'Étranger": Fifty Years On (1992), por Adele King
·         Camus: Vida e Obra (1970), por Vicente de Paulo Barretto
·         Albert Camus: A Biography (1997), por Herbert R. Lottman
·         Albert Camus and the Minister (2000), por Howard E. Mumma
·         Albert Camus: Kunst und Moral, por Heiner Wittmann
·         Camus e Sartre: O fim de uma amizade no pós-guerra.(2007), por Ronald Aronson
·         Sartre and Camus in Aesthetics. The Challenge of Freedom.(2009), por Heiner Wittmann
·         Ethics and Creativity in the Political thought of Simone Weil and Albert Camus 2004, por Dr. John Randolph LeBlan

·         Os Mandarins por Simone de Beauvoir 
·         Camus: A Romance (2009), por Elizabeth Hawes
·         Camus. L'homme révolté (2006), por Pierre-Louis Rey
·         Albert Camus (2003), por Neil Helms e Harold Bloom
·         Camus: Portrait of a Moralist (1999), por Stephen Eric Bronner
·         Albert Camus: Elements of a Life (2010), por Robert Zaretsky
·         A Life Worth Living: Albert Camus and the Quest for Meaning (2013)
·         Albert Camus, vérité et légendes (1998), por Alain Vircondelet
·         Albert Camus : solitaire et solidaire (2009), por Catherine Camus
·         Le monde en partage. Itinéraires d'Albert Camus (2013), por Catherine Camus
·         Album Camus : iconographie choisie et commentée (1982), por Roger Grenier
·         Camus: A Critical Study of His Life and Work (1982), por Patrick McCarthy
·         Camus, frère de soleil (1995), por Emmanuel Roblès
·         Camus (1959), por Jean-Claude Brisville
·         Camus (2010), por Virgil Tănase
·         Camus : de l'absurde à l'amour : lettres inédites d'Albert Camus (1995), por André Compte-Sponville, Laurent Bove, Patrick Renou



quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Livro em destaque no mês de agosto de 2017





Livro: O Amor nos Tempos de Cólera
Autor: Gabriel García Márquez

Sinopse:

O Amor nos Tempos de Cólera constitui na obra de Gabriel García Márquez um marco equiparável ao célebre Cem Anos de Solidão, até hoje, a sua obra-prima.

<O Amor nos Tempos de Cólera é um romance (…) onde se fundem o fulgor imagístico, o difícil triunfo do amor, as aventuras e desventuras da própria felicidade humana.
(…) Ao longo dum flash-back de quatro quatrocentas páginas vertiginosas, compostas numa espécie de pauta estilística e musical, da qual não estão sequer ausentes o humor, a poesia e a vertigem das imagens (…) o leitor recupera o ritmo encantatório duma escrita que não tem conhecido imitadores à altura.>



quinta-feira, 6 de julho de 2017

Escritor/personalidade de julho de 2017


Mark Twain
Samuel Langhorne Clemens  (FloridaMissouri30 de novembro de 1835 — ReddingConnecticut21 de abril de 1910), mais conhecido pelo pseudônimo Mark Twain, foi um escritor e humorista norte-americano. É mais conhecido pelos romances The Adventures of Tom Sawyer (1876) e sua sequência Adventures of Huckleberry Finn (1885), este último frequentemente chamado de "O Maior Romance Americano".
Twain cresceu em HannibalMissouri, que mais tarde serviria de inspiração e cenário para inglês sankanka, Huckleberry Finn e Tom Sawyer. Após laborar como tipógrafo em diversas cidades, ajudou Orion, seu irmão mais velho, na administração de um jornal. Na ocasião, exerceu diferentes funções, como impressor, tipógrafo e colunista. Tornou-se em seguida piloto de barcos a vapor no Rio Mississippi, antes de se dirigir ao oeste para juntar-se a Orion em diligências a serviço do governo. A jornada com o irmão terminou quando Twain decidiu trabalhar como mineiro na extração de prata. Frustrado em mais esse intento, experimentou posteriormente carreira no jornalismo. Enquanto repórter, escreveu o conto humorístico The Celebrated Jumping Frog of Calaveras County, que alcançou imensa popularidade e atraiu para seu autor atenção nacional. Seus diários de viagem, lançados depois, também foram um sucesso. Twain encontrara sua aptidão.
Ele obteve grande êxito como escritor e palestrante. Seu raciocínio perspicaz e suas sátiras incisivas renderam-lhe a admiração de seus pares e o enaltecimento dos críticos, e Twain manteve boas relações com presidentes, artistas, industriais e a realeza europeia. Ele foi laureado como o "maior humorista americano de sua época", sendo definido por William Faulkner como o "pai da literatura americana".
Apesar disso, faltava-lhe perspicácia financeira. As somas consideráveis que amealhou com seus escritos e palestras foram desperdiçadas em diversos empreendimentos, em particular o Paige Compositor, o que acabou por forçá-lo a declarar falência. Com a ajuda de Henry Huttleston Rogers, no entanto, Twain superou seus problemas financeiros. Ele trabalhou arduamente para certificar-se de que todos os seus credores fossem pagos, mesmo que a condição de falido o isentasse da responsabilidade legal.
Nascido durante uma das passagens do Cometa Halley, Twain morreu 74 anos depois, pouco depois do astro voltar a se aproximar da Terra. "Será a maior decepção da minha vida se eu não for embora com o cometa", escrevera ele em 1909. "O Todo-Poderoso disse, indubitavelmente: 'cá estão esses dois inexplicáveis fenômenos; eles chegaram juntos, e devem partir juntos'".


Estreia no jornalismo e primeiros diários de viagem

Enquanto trabalhava no jornal Territorial Enterprise de Virginia City em 1863, Clemens conheceu o advogado Tom Fitch, um editor do periódico concorrente Daily Union cujo apelido era "orador língua de prata do Pacífico".
Posteriormente, ele creditaria Finch por lhe dar sua "primeira lição verdadeiramente eficaz" em termos de escrita. Em 1866, Clemens apresentou sua palestra das Ilhas Sandwich para uma platéia em Washoe City, Nevada.  Ele comentou que, "quando comecei a palestrar, e em meus primeiros escritos, meu único objetivo era fazer comédia de tudo que eu via e ouvia". Fitch disse-lhe, "Clemens, sua palestra foi magnífica. Foi eloquente, tocante, sincera. Nunca em toda minha vida ouvi uma peça de narrativa descritiva tão esplêndida. Mas você cometeu um pecado imperdoável — o pecado imperdoável. É um pecado que você não deve cometer nunca mais. Você encerrou uma narrativa eloquente, com a qual susteve seu público a níveis de intenso interesse, com um anticlímax atroz que anulou todo o efeito positivo que havia sido produzido".
O primeiro trabalho de impacto de Twain, o conto The Celebrated Jumping Frog of Calaveras County, foi publicado pelo New York Saturday Press em 18 de novembro de 1865. O texto só foi impresso pelo jornal porque a história chegou tarde demais para ser incluída em um livro com estórias do Velho Oeste que Artemus Ward estava compilando.
Depois desta explosão de popularidade, o Sacramento Union contratou Twain para produzir relatos das viagens que realizava. A primeira jornada que ele empreendeu especificamente para o trabalho foi a bordo do barco a vapor Ajax, em sua navegação inaugural para o Havaí, chamado na época de Ilhas Sandwich. Suas cartas humorísticas formaram a gênese de seu trabalho no jornal San Francisco Alta California, que o designou correspondente itinerante em uma viagem de São Francisco a Nova York pelo Canal do Panamá. Durante todo o tempo Twain escreveu cartas destinadas à publicação, registrando com seu humor burlesco o cotidiano da excursão. Em 8 de junho de 1867, Twain embarcou no navio Quaker City para um cruzeiro de cinco meses. A viagem resultou no livro The Innocents Abroad.
"Este livro é o registro de um passeio. Se fosse o registro de uma solene expedição científica expressaria a gravidade, aquela profundidade, e aquela impressionannte incompreensibilidade tão apropriadas a obras do tipo, mesmo assim tão atrativas. Apesar da limitação de ser apenas o registro de um piquenique, tem um propósito, que é sugerir ao leitor como ele veria a Europa e o Oriente se olhasse para eles com seus próprios olhos ao invés dos olhos dos que visitaram aqueles países antes dele. Não tenho pretensão em mostrar a alguém como ele deve procurar por objetos de interesse além mar — outros livros fazem isso, e mesmo se eu tivesse competência para tal, não há necessidade". — Mark Twain, The Innocents Abroad

Em 1872, Twain publicou um segundo livro de viagem, Roughing It, na forma de uma sequência parcial de Innocents. A obra é o relato semi-fictício da jornada de Twain para Nevada e de sua vida no Velho Oeste, e ironiza a sociedade norte-americana e ocidental da mesma forma que Innocents criticou os países da Europa e do Oriente Médio. O livro seguinte manteve o mesmo foco na sociedade norte-americana, mas voltou-se mais aos aspectos do cotidiano. Intitulado The Gilded Age: A Tale of Today, não foi, ao contrário dos outros livros, um relato de viagens, representando a primeira tentativa do autor em escrever um romance. O livro destaca-se também por ter sido sua única obra escrita em parceria, tendo como co-autor Charles Dudley Warner, vizinho de Twain em Reading. As duas obras seguintes de Twain foram inspiradas em suas experiências no Rio Mississipi. Old Times on the Mississippi, uma série de rascunhos publicados na Atlantic Monthly em 1875, apresentavam a desilusão do autor com o romantismo, e tornou-se posteriormente o ponto de partida para o livro Life on the Mississippi.
Entre os seus livros, com um estilo popular e cheio de humor, ou com descrições históricas, destacam-se “Aventuras de Tom Sawyer” (1876), “O Príncipe e o Mendigo” (1880), “A Vida no Mississipi” (1883), “As Aventuras de Huckleberry Finn” (1885), “Um Ianque na Corte do Rei Artur” (1889), “Joana D’Arc” (1896).


quarta-feira, 5 de julho de 2017

Livro em destaque no mês de julho de 2017

Livro: Belgrave Square
Autora: Anne Perry

Quando um obscuro prestamista chamado William Weems é assassinado no humilde distrito de Clerkenwell, ninguém se veste de luto e aqueles cujos magros recursos ele devorara sem piedade dão mostras de algo mais do que um júbilo secreto.


Apenas um homem parece preocupado com o crime – o respeitado aristocrata Lord Sholto Byam, que pede a um amigo da polícia que o ajude a ilibar-se de qualquer ligação com o crime. É uma atitude surpreendente porque, se não tivesse falado no assunto, a polícia podia nunca ter motivo para suspeitar que ele conhecesse sequer o morto. A questão é tão delicada e intrigante que o inspector Pitt, o homem mais capaz da polícia, é chamado para tratar do mistério…

SUGESTÕES DE LEITURA


quarta-feira, 31 de maio de 2017

Livro em destaque no mês de junho de 2017

Livro: Cinco Dias de Vida

Autora: Julie Lawson Timmer


Mara é uma advogada de sucesso, tem um casamento feliz, é uma mãe dedicada. Tem, também, uma doença devastadora que esconde do marido e da filha pequena. Ama-os demasiado para aceitar ser um fardo para eles. E tudo corre bem durante alguns anos. São anos maravilhosos mas sobre os quais paira a sombra da sua decisão aquando do diagnóstico: viverá enquanto puder manter-se digna. Agora que o seu corpo está finalmente a ceder. Mara estabelece um doloroso prazo: dentro de cinco dias, acabará com a sua própria vida.
A mais de mil quilómetros de distância, Scott tem também apenas cinco dias para cuidar de Curtis, um menino que acolheu em sua casa e que será agora novamente entregue à mãe, que está prestes a terminar uma pena de prisão. Foi com Scott que Curtis conheceu a estabilidade e o amor e desfrutou plenamente da infância pela primeira vez. O que o espera é uma angustiante incógnita. Para proteger Curtis, Scott tem agora de abdicar dele para sempre.
Mara e Scott são duas pessoas em contagem decrescente. Inesperadamente, as suas vidas vão cruzar-se e unir-se numa amizade que os acompanhará ao longo da semana mais difícil das suas vidas. E, no final dessa dura semana, qual deles estará feliz? Qual estará de luto? E qual deles terá desaparecido para sempre?

Terno e cruel como a própria vida, Cinco Dias de Vida relembra-nos que por vezes, amar é lutar e nunca desistir; mas, outras vezes implica abrir mão de tudo.

terça-feira, 9 de maio de 2017

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Escritor/personalidade do mês de maio

Hermann Hesse
Herman Karl Hesse (Calw, 2 de julho de 1877  Montagnola, 9 de agosto de 1962) foi um escritor e pintor alemão, que em 1923 se naturalizou suíço. Em 1946 recebeu o Prêmio Goethe e, passados alguns meses, o Nobel de Literatura "por seus escritos inspirados que, enquanto crescem em audácia e penetração, exemplificam os ideais humanitários clássicos e as altas qualidades de estilo".
Biografia

Nascido no seio de uma família muito religiosa, filho de pais missionários protestantes (pietistas, como é típico da Suábia) que pregaram o cristianismo na Índia. Estudou no seminário de Maulbron, mas não seguiu a carreira de pastor como era a vontade de seus pais. Tendo recusado a religião, ainda adolescente, rompeu com a família e emigrou para a Suíça em 1912, trabalhando como livreiro e operário. Acumula, então, uma sólida cultura autodidata e resolve dedicar-se à literatura. Travou contacto com a espiritualidade oriental a partir de uma viagem à Índia em 1911 e com a psicologia analítica por meio de um discípulo de Carl Gustav Jung, em decorrência de uma crise emocional causada pela eclosão da Primeira Guerra Mundial. Estas duas influências seriam decisivas no posterior desenvolvimento da sua obra. Em 1946 recebeu o Prêmio Goethe e, passados alguns meses, o Nobel de Literatura "por seus escritos inspirados que, enquanto crescem em audácia e penetração, exemplificam os ideais humanitários clássicos e as altas qualidades de estilo". Faleceu em 09 de Agosto de 1962 e foi sepultado no cemitério de San Abbondio em Montagnola, perto de Lugano, onde Hugo Ball também foi enterrado.

Obra

·         1898 Canções românticas
·         1899 Eine Stunde hinter Mitternacht
·         1903 Peter Camenzind, romance
·         1904 Bocaccio, biografia
·         1904 Francisco de Assis, biografia
·         1905 Debaixo das rodas (Unterm Rad), romance
·         1907 Diesseits, cinco contos
·         1908 Nachbarn, cinco contos
·         1910 Gertrud, romance
·         1911 Unterwegs, poesias
·         1912 Umwege, contos
·         1913 Aus Indien
·         1914 Rosshalde
·         1915 Musik des Einsamen, poesias
·         1915 Knulp, romance1917 Demian, romance
·         1920 Blick ins Chaos, Aufsätze
·         1920 O Último Verão de Klingsor (no originalKlingsors letzter Sommer)
·         1922 Sidarta (romance) (Siddhartha), romance
·         1923 Trost der Nacht, poesias
·         1927 O Lobo da Estepe  ou O Lobo das Estepes  (Der Steppenwolf), romance
·         1928 Betrachtungen
·         1928 Krisis, diário
·         1930 Narciso e Goldmund, (no original Narziss und Goldmund), romance
·         1931 Weg nach Innen, quatro contos
·         1937 Neue Gedichte
·         Correspondência com Romain Rolland
·         1943 O Jogo das Contas de Vidro, romance
·         1946 Dank an Goethe
·         1946 Der Europäer, considerações
·         1946 Sobre a guerra e a paz
·         1952 1957 Obras Compiladas, 7 volumes
·         Contos
·         Este lado da vida, romance
·         O livro das fábulas, romance
·         Pequeno mundo
·         1955 Beschwörungen, prosa tardia
·         1958 Viagem ao Oriente (no original Die Morgenlandfahrt), romance
·         O homem de muitos livros