quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Comemoração do 5 de Outubro de 1910

As turmas do 6.º A e  9.ºA  assinalaram a comemoração do 5 de outubro de 1910 – Dia da Implantação da República, pondo em evidência um dos mais importantes símbolos do nosso regime. Assim,  começando pelos mais pequenitos, foi feita uma passagem pelo Jardim de Infância e sala de convívio da escola, onde os alunos cantaram o hino nacional, "A Portuguesa".
Foram ainda  distribuídos panfletos e bandeiras alusivas ao dia. Foi uma bela forma de se exercer a cidadania! 
Esta atividade contou com a colaboração da Professora de HGP/ História, em articulação com a Biblioteca de Barrancos, onde foi realizada toda a pesquisa documental. 

Livro em destaque mês de outubro de 2017

Título do livro: O Segredo da Bastarda
Autora: Cristina Norton

Sinopse:
Na ilha da Madeira, na segunda metade do século XIX, Eugénia Maria desespera com o estado de saúde da sua filha Isabel, de quinze anos, vítima de tuberculose: esta encontra-se cada dia mais fraca e o veredicto do médico não inclui a promessa de melhoras.
Para a animar, a mãe resolve contar-lhe o segredo da própria paternidade, sobre o qual Isabel nunca deixara de fazer perguntas. Mas a história começa, naturalmente, muito antes, no dia em que nasceu a avó da rapariga, em março de 1775.
Acompanhamos, pois, a vida fascinante de uma das netas do marquês de Marialva, educada no Brasil por uma mestra com ideias independentista e, mais tarde, dama da corte e aia da princesa Carlota Joaquina. Assistimos à sua paixão por William Beckford e à sua obediência cega a Deus e à coroa. Vemo-la abandonar o Paço na companhia de um médico e passar o resto da vida chamando <<afilhada>> à filha em conventos aonde chegam com atraso as notícias das Invasões Francesas e as cartas de uma amiga que se propõe interceder junto de D. João VI  para reparar todas as injustiças contra ela cometidas.
Baseando-se em factos reais, depois de uma pesquisa de cinco anos nos lugares onde viveu Eugénia de Meneses, consultando espólios de várias famílias e documentos sobre a época.


Escritor/Personalidade do mês de Outubro

Fialho de Almeida
José Valentim Fialho de Almeida, mais conhecido apenas como Fialho de Almeida (VidigueiraVila de Frades7 de Maio de 1857 — Cuba4 de Março de 1911), foi um jornalista, escritor e tradutor pós-romântico português.

                                                                       Biografia

 

Vida pessoal e formação

Fialho de Almeida nasceu em Vila de FradesVidigueira, no dia 7 de Maio de 1857, filho de um mestre-escola.
Realizou os estudos secundários num colégio de Lisboa, entre 1866 e 1871; empregou-se numa farmácia, e formou-se em Medicina, entre 1878 e 1885. Em 1893 voltou à sua terra natal, onde desposou uma senhora abastada, que faleceu logo no ano seguinte e da qual não teve descendência.
Fialho de Almeida faleceu a 4 de Março de 1911, na localidade de Cuba, onde foi sepultado.

Obra

Nunca exerceu medicina, tendo-se dedicado ao jornalismo e à literatura. Tornou-se lavrador em Cuba, mas continuou a publicar artigos para jornais, e a escrever vários contos e crónicas.
Entre as suas obras mais notáveis, encontram-se os cadernos periódicos Os Gatos, redigidos entre 1889 e 1894, que seguiram a mesma linha crítica d' As Farpas, de Ramalho Ortigão.

A sua carreira literária foi pautada por um estilo muito irregular, baseado no naturalismo; inspirou-se, principalmente, nas sensações reais, mórbidas e grosseiras, com temas repartidos entre os cenários urbanos e campestres.
O seu estilo adotou, nos finais do Século XIX, um espírito mais decadente, em concordância com os ideais em voga nessa época.


Fialho de Almeida colaborou em diversas publicações periódicas, nomeadamente nos jornais humorísticos Pontos nos ii (1885-1891) e A Comédia Portuguesa (fundado em 1888), e também nas revistas: Renascença ,(1878-1879?), A Mulher  (1879), O Pantheon (1880-1881), Ribaltas e Gambiarras (1881), Branco e Negro (1896-1898), Brasil-Portugal (1899-1914), Serões (1901-1911) e, postumamente, na Revista de turismo ] iniciada em 1916.

                                                    Homenagens

Câmara Municipal de Lagos aprovou, em 18 de Fevereiro de 1987, a atribuição do seu nome a uma rua da Freguesia de Santa Maria. Existe também, em Lisboa, um jardim com o seu nome, na Praça das Flores. Por sua vez, a autarquia de Cuba deu o seu nome a um centro cultural e a um concurso literário, e, em Agosto de 2011, já tinha adquirido a sua antiga habitação naquela localidade, para a futura instalação de uma Casa Museu.

 

Obras publicadas

·         Contos (1881)
·         A cidade do Vício (1882)
·         Os Gatos (1889-1894)
·         Lisboa Galante (1890)
·         O País das Uvas (1893)
·         Galiza (1905)
·         Saibam Quantos... (1912) Cartas e artigos políticos
·         Aves Migradoras (1914) 
·         A taça do rei de Tule e outros contos (2001, Póstumo)



segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Top Leitor

  

Dia Mundial dos Correios





O Dia Mundial dos Correios é celebrado a 9 de outubro.
Origem da data
A data internacional dos correios celebra-se no dia 9 de outubro, devido a ter sido neste dia que, em 1874, aquando da assinatura do Tratado de Berna, as administrações postais uniram esforços e criaram a União Postal Universal, começando a maior rede de distribuição física do mundo. Portugal é um dos 22 países membros fundadores da União Postal Universal (UPU).
A celebração do Dia Mundial dos Correios em Portugal está a cargo do Instituto das Comunicações de Portugal e dos CTT - Correios de Portugal, que organizam diferentes atividades todos os anos. Entre elas destaca-se a entrega do prémio do concurso "A Melhor Carta" às crianças que escreveram a melhor carta do ano. Estas crianças concorrem depois ao concurso mundial da UPU.
Importância dos Correios
Os envios de mensagens remontam aos fenícios e cretenses, com envios aéreos por pombos e andorinhas, mas os pioneiros do correio postal foram os chineses. Em Portugal, a Carta de Correio Mor de 1520 é o mais antigo documento dos correios públicos de que há existência.
Os correios continuam a ter uma importância vital na sociedade, sendo extremamente úteis no envio de informação e mercadoria entre cidades, países e continentes. Eles são um canal de comunicação e de contacto entre pessoas muito importante. São também um elemento fulcral na economia, facilitando as trocas comerciais. A título de exemplo, em Portugal, todos os dias são entregues mais de 4,5 milhões de cartas.